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Saiba como é a vida dos cristãos no Kuwait

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Saiba como é a vida dos cristãos no Kuwait

 

Se a conversão de um muçulmano a outra religião for descoberta, o indivíduo pode perder o emprego, sofrer danos em sua propriedade, é intimado repetidas vezes à delegacia, preso, abusado física e verbalmente e monitorado pela polícia

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Há alguns países listados na Classificação da Perseguição Religiosa  dos quais não é permitido compartilhar histórias. Mesmo utilizando nomes diferentes na publicação, a informação poderia ser rastreada até os cristãos mencionados nas histórias. Para a segurança da comunidade cristã local, a Portas Abertas fornece uma maneira diferente para você orar por nossos irmãos.

Saiba como é a vida dos cristãos no Kuwait, 38º país mais perseguidor aos cristãos:

  • Embora o islã seja a religião do Estado, e a Constituição exija que o governo garanta "a herança do islã", as autoridades também afirmam a "liberdade absoluta" de crença.
  • A tolerância religiosa no Kuwait é significativamente maior do que na maior parte da região.
  • Na prática, as minorias religiosas sofrem com algum tipo de discriminação em resultado de políticas governamentais.
  • Não muçulmanos, assim como muçulmanos não sunitas, dificilmente obtêm permissão legal para estabelecer novos locais de culto.
  • A evangelização de muçulmanos é proibida.
  • A população cristã consiste principalmente de trabalhadores migrantes de fora do país. Há apenas algumas centenas de cristãos indígenas locais. A maioria deles é descendente de estrangeiros que se mudou para o Kuwait antes do estabelecimento do Estado.
  • Os cristãos de outros países são livres para se reunir informalmente para adorar a Deus. Quatro denominações são registradas e têm espaços em que eles podem se reunir, mas esses lugares são muito pequenos para o número de pessoas que se encontram lá.
  • Novos convertidos muitas vezes enfrentam perseguição de suas famílias.
  • Quem se torna cristão também corre o risco de assédio, além do monitoramento de suas atividades, prisões e detenções arbitrárias, abuso físico e verbal, discriminação legal e acusações referentes à sua propriedade em tribunal.
  • Em maio de 2012, o Parlamento do Kuwait aprovou uma alteração na legislação de blasfêmia – o insulto a Deus e ao profeta Maomé – punível com a morte. 
    Desde então, o Emir dissolveu o parlamento, e vetou a emenda, mas o veto pode ser revertido em uma votação parlamentar mais tarde.

 

FontePortas Abertas Internacional
TraduçãoAna Luíza Vastag

 

02/OUTUBRO/2014

Fonte: Portas Abertas Internacional



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Sexta, 23 de Fevereiro de 2018